domingo, 15 de julho de 2012
Esperando o dia passar mais uma vez...
Hoje o dia esta nublado, frio como meus sentimentos... A porta fechada representa mais que a proteção do vento, mas também um bloqueio do mundo. Todo mundo tem motivos para sentir o mesmo cansaço que eu, mas insisto na minha dor, que dói mais e que vibra constante em meio aos acasos da complacência alheia. Não me importa o caos dos famintos, a minha fome e mais intensamente sofrida. A fome da alma, e a mais pobre e ressequida. Respirar e um processo irremediável, viver uma decisão de outros... A mim cabe sentir a dor, conspirar contra o que e banal. A subvercao e um encontro do que quero e o que não posso querer. Minha liberdade me da a chave para fazer, ter e que se dane o mundo... Eu só queria ser feliz nessa porra chamada vida. Se e que existe. Se não me for possível curar-me... Ao menos tive desejos e fui capaz de permiti-los. Ao menos tentei uma única vez que seja sorrir de forma a não enganar meu espelho, ou ainda os que me vêem e esperam o que nem mesmo eles o fazem. Ao menos fui capaz de aproximar-me da verdadeira possibilidade de falar e viver a mais plena verdade. Como ser humano, errante, não espero ser mais que os demais... Apenas quero ser um em um milhão.
Postado por
Michele Brandão
às
domingo, julho 15, 2012
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Quem sou eu
- Michele Brandão
- Curitiba, Paraná, Brazil
- Não tolero sermões, embora ainda os escute e tento ao menos enganar meus nervos com a compensação das lições que aprendo! É hora de confessar o prazer no erro, a culpa sã ou o crime pensado, contra mim mesma, contra meu âmago. O que existe em mim??? Quem pode ver, ler ou entender? Todos os estranhos me atraem, os bonzinhos nem tanto, apenas os maus. Até que as nuvens desapareceram e a vida me jogou nesse solo curitibano, frio e seco a realidade tornou-se dura e terrivelmente adulta a diversão acabou! Amigo? Não sei o que é, sei que sou amiga destes e de outros, enfim das pessoas, sim sou tão sincera e ingênua, não meço esforços em compreendê-los ou ajuda-los, quando vejo que é importante e me sinto espontânea. Devo morrer e nascer de novo eu sei, me desapegar talvez de minhas coisas fúteis e inúteis. Tenho medo da morte e não sei o que Deus pensa de mim, tenho que ter certeza da minha salvação, ainda filosofando sobre minha psique. Minha maturidade é tão precoce, e às vezes faço e falo tantas e tamanhas tolices, as vezes sou tão flexível ao ponto de me deixar influenciar, tenho que tomar cuidado com isso.
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