quarta-feira, 27 de junho de 2018




A ARTE DO ACREDITAR

A Arte é humana. A única criação genuinamente humana, o que a natureza não foi capaz de fazer... nós criamos, a arte é além da vida, nos ensina, acalenta. O conceito do que é belo, está condicionado a interpretações anteriores de realidades com estéticas variadas, impressões e análises, conforme a cultura que fora vivenciada.
A arte do acreditar, é simplesmente acreditar, fé no que é bom, belo e humano. É ver pela razão da sua máxima existência, em querer ser virtuoso e humano. A arte se ser e pertencer a si mesmo. Sentir as próprias sensações, sentir o aroma que entra em suas narinas particulares, o ar que o seu pulmão respira.
“A arte imita a vida. ” (Aristóteles) e “sem a arte a vida se limita? ” (Pergunta). Você acredita? Tantas palavras, tantas perguntas e tudo é sempre igual, e nada do que foi será do jeito que já foi um dia. Controverso isso.
A vida é controversa, diversa e simultânea... ela é todos, é cada um, no seu tempo e em todo o mundo ao mesmo tempo. Quando sou eu, eu sou o quê? Fascinante mito. Estava escrito algum destino? Alguém leu? Mesmo que pareça uma peça ensaiada, não acredito que tudo isso já aconteceu. Acredito no agora, somente no instante.
Pensar demais no passado e no futuro é perda de vida. Fatalidade não existe, em tudo és responsável... não ter autonomia é como responder à algum tipo de programação. Quem viveu não foi eu? Eu não posso tentar? Pane no sistema já!

MBC

Quem sou eu

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Curitiba, Paraná, Brazil
Não tolero sermões, embora ainda os escute e tento ao menos enganar meus nervos com a compensação das lições que aprendo! É hora de confessar o prazer no erro, a culpa sã ou o crime pensado, contra mim mesma, contra meu âmago. O que existe em mim??? Quem pode ver, ler ou entender? Todos os estranhos me atraem, os bonzinhos nem tanto, apenas os maus. Até que as nuvens desapareceram e a vida me jogou nesse solo curitibano, frio e seco a realidade tornou-se dura e terrivelmente adulta a diversão acabou! Amigo? Não sei o que é, sei que sou amiga destes e de outros, enfim das pessoas, sim sou tão sincera e ingênua, não meço esforços em compreendê-los ou ajuda-los, quando vejo que é importante e me sinto espontânea. Devo morrer e nascer de novo eu sei, me desapegar talvez de minhas coisas fúteis e inúteis. Tenho medo da morte e não sei o que Deus pensa de mim, tenho que ter certeza da minha salvação, ainda filosofando sobre minha psique. Minha maturidade é tão precoce, e às vezes faço e falo tantas e tamanhas tolices, as vezes sou tão flexível ao ponto de me deixar influenciar, tenho que tomar cuidado com isso.

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