quinta-feira, 24 de setembro de 2009

O verde agora cinzas

Eu só queria um lugar...
Um lugar onde eu pudesse respirar.
Sentir a seiva.
Caminhar na areia.

Eu só queria agora, em um lugar estar...
Onde eu pudesse montanhas escalar,
ouvir os pássaros cantar e a lua contemplar.

Emfim...
Subi nos montes,
e distante pude o mundo avistar
com toda a sorte de frutas para apreciar,
e ao verde finalmente me entregar.

Então a chuva caiu.
Como lágrimas de um dia triste.
Os pássaros calaram-se,
tornando silenciosa a vida.

Doe-me mais ao lembrar
da ciranda das folhas caídas.
Doe-me mais ao lembrar
Da alegria que outrora sentira,
do verde que era verde, 
e agora virou ...
cinzas.

Quem sou eu

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Curitiba, Paraná, Brazil
Não tolero sermões, embora ainda os escute e tento ao menos enganar meus nervos com a compensação das lições que aprendo! É hora de confessar o prazer no erro, a culpa sã ou o crime pensado, contra mim mesma, contra meu âmago. O que existe em mim??? Quem pode ver, ler ou entender? Todos os estranhos me atraem, os bonzinhos nem tanto, apenas os maus. Até que as nuvens desapareceram e a vida me jogou nesse solo curitibano, frio e seco a realidade tornou-se dura e terrivelmente adulta a diversão acabou! Amigo? Não sei o que é, sei que sou amiga destes e de outros, enfim das pessoas, sim sou tão sincera e ingênua, não meço esforços em compreendê-los ou ajuda-los, quando vejo que é importante e me sinto espontânea. Devo morrer e nascer de novo eu sei, me desapegar talvez de minhas coisas fúteis e inúteis. Tenho medo da morte e não sei o que Deus pensa de mim, tenho que ter certeza da minha salvação, ainda filosofando sobre minha psique. Minha maturidade é tão precoce, e às vezes faço e falo tantas e tamanhas tolices, as vezes sou tão flexível ao ponto de me deixar influenciar, tenho que tomar cuidado com isso.

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